iamit

Cibersegurança

governanca-dados

Governança de dados e sua relevância para empresas que lidam com informação sensível

Empresas que lidam com dados sensíveis, como informações pessoais de clientes, documentos financeiros, registros médicos ou estratégicos, precisam ter um controle rigoroso sobre como esses dados são tratados. + Como escolher a melhor solução de cloud para seu negócio Não se trata apenas de segurança da informação no sentido técnico, mas de um conjunto mais amplo de decisões e práticas que envolvem a forma como os dados são organizados, usados, protegidos e monitorados ao longo do tempo. Esse conjunto de práticas é o que chamamos de governança de dados. A ideia central da governança de dados é simples: garantir que os dados certos estejam nas mãos certas, no momento certo, com o nível de proteção adequado. Acesso, controle e rastreabilidade Um dos pilares da governança de dados é o controle de acesso. Empresas precisam saber exatamente quem acessa quais dados, com que finalidade e por quanto tempo. Quando essas regras não estão claras, é comum que diferentes áreas tenham cópias não autorizadas de informações, ou que dados confidenciais circulem em canais inseguros, como e-mails ou planilhas locais. A rastreabilidade é outro aspecto essencial. Toda ação feita sobre um dado — seja a leitura, a alteração ou a exclusão — deve ser registrada. Além de facilitar auditorias, isso também ajuda a identificar a origem de erros ou vazamentos. Sem esse nível de controle, a empresa perde visibilidade sobre seu próprio ambiente de dados. + Multicloud ou cloud híbrida: qual o melhor modelo para sua empresa? Qualidade dos dados Outro ponto frequentemente subestimado é a qualidade das informações. Dados duplicados, incompletos, inconsistentes ou desatualizados comprometem diretamente processos de negócio. Um exemplo simples: um cliente que aparece com dois cadastros diferentes em sistemas distintos pode gerar confusão no atendimento, na cobrança ou no marketing. A governança de dados define padrões e critérios para entrada, validação e manutenção das informações. Com isso, reduz-se a chance de retrabalho, decisões erradas ou desperdício de recursos com campanhas mal direcionadas ou análises enviesadas. Padronização Quando cada área da empresa adota suas próprias ferramentas e critérios de coleta e armazenamento, a integração entre os sistemas fica comprometida. Esse fator dificulta análises amplas, reduz a eficiência dos processos e aumenta as chances de erros por divergência de informações. Com políticas de governança claras, é possível alinhar as práticas de todas as áreas, promovendo padronização, interoperabilidade e consistência no uso dos dados. Dessa maneira, tanto a operação diária quanto projetos mais estratégicos são beneficiados, como a adoção de novos sistemas ou ferramentas analíticas. + Os cinco principais erros que empresas cometem com TI Gestão do ciclo de vida Muitas empresas ignoram a necessidade de definir regras para retenção e descarte de dados. Manter informações sensíveis por tempo indeterminado, sem necessidade operacional, é um risco desnecessário. Além de ocupar espaço, dados antigos e esquecidos podem ser alvos fáceis em caso de invasões ou falhas de segurança. A governança ajuda a estabelecer prazos e critérios para arquivamento e eliminação segura de dados, reduzindo a exposição da empresa e contribuindo para o cumprimento das normas legais. Conformidade A legislação sobre proteção de dados impõe exigências práticas que vão além da boa intenção, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. As exigências incluem mapear os dados tratados, manter registros atualizados, definir bases legais para cada tipo de operação, limitar acessos, revisar contratos com terceiros e estar preparado para responder a solicitações de titulares. Empresas que não têm uma estrutura de governança bem definida geralmente enfrentam dificuldade para atender a essas obrigações. Especialistas em inovação: conheça a iamit! A iamit é uma empresa com mais de 20 anos de atuação no mercado de Tecnologia da Informação que oferece multi-soluções voltadas para a área de TI, como consultoria, projetos sob medida, gestão de ambientes, suporte para empresas, alocação de profissionais, monitoramento 24×7 e muito mais. Somos especialistas e conhecemos as necessidades da sua empresa. Nosso portfólio de serviços tem soluções para todas as demandas — de projetos pontuais à completa gestão do funcionamento do seu ambiente de TI, além de soluções Microsoft com Azure, Microsoft 365, System Center e outras. + Como funciona o Service Desk da iamit e porque ele melhora a operação Saiba mais sobre os serviços oferecidos: acesse nosso site agora mesmo e confira o portfólio completo de soluções da iamit, a escolha certa em TI para o seu negócio.

Governança de dados e sua relevância para empresas que lidam com informação sensível Read More »

zero-trust

Zero Trust: o que é e por que sua empresa deveria adotar essa abordagem?

Durante anos, empresas estruturaram sua segurança digital com base na separação entre o que está “dentro” e o que está “fora” da rede. Partia-se do princípio de que tudo o que estivesse dentro do perímetro da organização — usuários, dispositivos, aplicações — era confiável por padrão. + Como funciona o Service Desk da iamit e porque ele melhora a operação Essa lógica funcionava enquanto os recursos estavam concentrados em servidores internos e os acessos ocorriam, na maioria das vezes, de estações de trabalho físicas localizadas em um mesmo espaço. Porém, esse cenário já não representa a realidade de boa parte das empresas. Colaboradores trabalham de forma remota, sistemas operam em nuvem, dados trafegam entre múltiplos ambientes e prestadores de serviço acessam áreas internas com frequência. Então, a rede tornou-se distribuída, dinâmica e muito mais exposta. E o modelo tradicional de proteção perdeu eficácia diante desse novo arranjo. A proposta do Zero Trust Zero Trust parte de um princípio claro: nenhum acesso deve ser autorizado de forma automática. Todo usuário, dispositivo ou aplicação deve ser verificado continuamente, independentemente da localização ou do histórico anterior. O foco deixa de ser o perímetro e passa a ser cada ponto de acesso, cada solicitação e cada tentativa de conexão. Mas isso não significa bloquear tudo, e sim aplicar regras consistentes de autenticação, limitar o acesso ao estritamente necessário e acompanhar o comportamento em tempo real. Um colaborador pode acessar um sistema interno, mas apenas o módulo ao qual tem permissão. Já um dispositivo pessoal pode se conectar à rede, desde que cumpra determinados critérios de segurança. A lógica do Zero Trust permite reduzir superfícies expostas, limitar movimentações não autorizadas e responder mais rapidamente a eventuais incidentes. + Multicloud ou cloud híbrida: qual o melhor modelo para sua empresa? Implementação gradual, com foco no essencial Adotar o modelo Zero Trust não exige mudanças abruptas ou investimentos imediatos em soluções complexas. Trata-se de uma mudança de abordagem, que pode ser aplicada de forma gradual, priorizando áreas mais sensíveis e fluxos críticos. Empresas podem começar exigindo autenticação multifatorial para determinados perfis, segmentando a rede por áreas funcionais ou revendo permissões concedidas a sistemas legados. Outro passo comum é a implementação de políticas de acesso com base em contexto — como localização, horário e tipo de dispositivo. Com o tempo, é possível ampliar o controle, automatizar decisões e integrar ferramentas de detecção e resposta. O mais importante é que cada etapa seja sustentada por critérios claros e objetivos, alinhados às necessidades da organização + Os cinco principais erros que empresas cometem com TI Redução de impacto e maior visibilidade Em um ambiente tradicional, uma credencial comprometida pode permitir a um invasor circular livremente dentro da rede, explorando outras máquinas e acessando dados de diferentes áreas. No modelo Zero Trust, essa movimentação é dificultada. Mesmo que um ponto seja comprometido, o acesso aos demais sistemas será limitado, o que reduz o impacto potencial de qualquer incidente. Além disso, a abordagem proporciona visibilidade mais precisa sobre os acessos realizados.  Em vez de depender apenas de registros genéricos, a empresa passa a ter informações detalhadas sobre quem acessa quais sistemas, a partir de onde, com qual frequência e em que condições. Organizações de diferentes portes e segmentos podem se beneficiar do modelo Zero Trust. Em empresas que lidam com dados sensíveis — como financeiras, hospitais, escritórios de advocacia e instituições públicas — a aplicação desse modelo contribui diretamente para a proteção da informação. Mas mesmo em empresas menores, que não operam com dados altamente regulados, os ganhos são evidentes. A perda de dados internos, o uso indevido de credenciais ou o comprometimento de sistemas de gestão podem gerar prejuízos e afetar a reputação da marca. Especialistas em inovação: conheça a iamit! A iamit é uma empresa com mais de 20 anos de atuação no mercado de Tecnologia da Informação que oferece multi-soluções voltadas para a área de TI, como consultoria, projetos sob medida, gestão de ambientes, suporte para empresas, alocação de profissionais, monitoramento 24×7 e muito mais. Somos especialistas e conhecemos as necessidades da sua empresa. Nosso portfólio de serviços tem soluções para todas as demandas — de projetos pontuais à completa gestão do funcionamento do seu ambiente de TI, além de soluções Microsoft com Azure, Microsoft 365, System Center e outras. + As melhores soluções de Cloud Computing estão na iamit! Saiba mais sobre os serviços oferecidos: acesse nosso site agora mesmo e confira o portfólio completo de soluções da iamit, a escolha certa em TI para o seu negócio.

Zero Trust: o que é e por que sua empresa deveria adotar essa abordagem? Read More »

Segurança de endpoints

Segurança de endpoints: proteja seus dispositivos com eficiência

As empresas estão cada vez mais tornando-se digitais e não há como ignorar a necessidade de priorizar a segurança de endpoints. Essa prática consiste em um conjunto de ações e tecnologias que visam a proteção dos dispositivos dos usuários finais (computadores, laptops, smartphones, tablets etc.) contra a presença de softwares maliciosos. Inegavelmente, trata-se de um procedimento de extrema importância no cenário atual, porque os funcionários utilizam cada vez mais os equipamentos próprios ou corporativos para acessar a rede empresarial e executar diversas tarefas ligadas à prestação de serviços aos clientes internos ou externos. Além disso, seguir normas de segurança da informação é o melhor caminho para estar de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Neste artigo, vamos detalhar procedimentos para proteger os dispositivos de uma companhia de forma eficiente. Confira!  Segurança de endpoints: entenda mais sobre o assunto Não custa reforçar que os dispositivos de endpoint são todos os equipamentos conectados à rede corporativa via Internet. Além dos desktops e celulares, sistemas de PDV, scanners, notebooks e impressoras são equipamentos que dependem de uma infraestrutura de TI adequada para estarem devidamente protegidos. Resumindo, todos os dispositivos adotados para os funcionários que comunicam entre si ou com os clientes de forma digital devem englobar a política de proteção de dados empresarial. Não é à toa que a segurança de endpoints consiste em adotar mecanismos para garantir que os dispositivos de rede funcionem de acordo com as melhores práticas do segmento de TI. Para isso ocorrer, é preciso seguir um programa de cibersegurança interligado aos principais riscos enfrentados pelas empresas. Caso isso não seja levado em consideração, uma companhia dificilmente evitará um ataque cibernético. Desafios Manter os dados protegidos não é uma tarefa simples, pois os dispositivos de endpoint são a parte mais frágil de uma empresa na atualidade. Uma das razões para essa tendência envolve o trabalho remoto, em que funcionários podem usar os próprios equipamentos para prestar serviços, aumentando as chances de surgirem vulnerabilidades na rede corporativa. Outro problema a ser monitorado é o controle dos dispositivos móveis, que são cada vez mais importantes para as companhias. Se não forem instalados antivírus e antimalware nos smartphones, por exemplo, a probabilidade de invasão à rede institucional cresce de forma muito expressiva. Mais um ponto que merece preocupação envolve a falta de atenção ou dolo dos funcionários. O uso equivocado de um dispositivo, por exemplo, pode comprometer todo o trabalho realizado para a segurança dos endpoints. As empresas ainda precisam lidar com a sofisticação dos ataques cibernéticos. Está cada vez mais complicado evitar que o phishing possa ludibriar um colaborador, pois os cibercriminosos estão apostando na inteligência artificial para serem mais persuasivos e convincentes.  As principais estratégias para manter dispositivos protegidos Há diversas estratégias para a segurança de endpoints ser realizada de maneira eficaz, com foco na redução dos incidentes de TI e no aumento da disponibilidade dos serviços digitais. Pensando nisso, vamos mostrar ações fundamentais para manter os dispositivos com elevado nível de proteção. Acompanhe! 1.      Uso adequado de senhas Se realmente deseja reduzir a vulnerabilidade dos endpoints, é crucial que as senhas de acesso aos equipamentos sejam criadas de acordo com as melhores práticas do mercado. Nesse sentido, o ideal é que as combinações tenham, no mínimo, oito caracteres e apresentem letras (maiúsculas e minúsculas), números e símbolos. Também é recomendado que haja a troca das senhas durante um intervalo, que pode ser de três meses, por exemplo. Mesmo sendo um procedimento simples, é muito importante que seja adotado corretamente para minimizar riscos. 2.      Investimento estratégico em atualizações A transformação digital modificou a maneira como as empresas estão investindo nos ativos de TI. Uma prova disso é o aumento do investimento em soluções mais avançadas de cibersegurança e em sistemas e equipamentos de última geração. À proporção que uma companhia tem recursos de ponta, menores serão as chances de um ataque cibernético prosperar. Contudo, investir em recursos de TI exige bastante planejamento para não comprometer as finanças de forma significativa. Ou seja, é preciso selecionar o que realmente é indispensável em termos tecnológicos para uma empresa funcionar em curto, médio e longo prazos. 3.      Aprimore a gestão de patches Para a segurança de endpoints ser efetivada realmente, um passo muito relevante é gerenciar a execução de patches de forma adequada. Por mais que haja investimentos em soluções de TI, os trabalhos de atualização periódica das versões de sistemas devem ser feitos com exatidão. Esse procedimento é essencial para uma organização estar menos vulnerável a um ataque cibernético. Isso porque contribui para reduzir as chances de um cibercriminoso acessar dados corporativos de forma indevida, fator que propicia o roubo e o vazamento de informações.   4.      Adote uma política de segurança da informação O melhor caminho para garantir a proteção dos ativos de TI é criar uma política de segurança da informação. Contudo, as diretrizes dessa política devem ser assimiladas pelos colaboradores, para que os procedimentos de proteção dos equipamentos e dos dados obtenham êxito. Neste sentido, o ideal é que estejam estabelecidas ações para conscientizar os funcionários sobre como minimizar os riscos de ataques cibernéticos. À medida que a equipe esteja mais consciente sobre como proteger os dados, menores são as chances de haver problemas no futuro. Outra medida valiosa é atualizar as normas de proteção, de acordo com as necessidades organizacionais. Essa iniciativa torna mais dinâmica as ações voltadas para elevar o nível de segurança de endpoints. Conte com a ajuda da consultoria de TI da iamit e tenha a melhor proteção para endpoints A melhoria contínua é uma prática crucial para aperfeiçoar a segurança da informação. Nesse contexto, é fundamental contar com a consultoria de TI da iamit, que tem profissionais qualificados e experientes na implementação do Microsoft System Center (ferramenta que aprimora o gerenciamento dos recursos de Tecnologia da Informação). Com um suporte diferenciado e conectado com as melhores práticas do mercado, a sua empresa terá mais condições de implementar as melhores ferramentas de segurança de endpoints. E isso, sem dúvida, reduzirá drasticamente

Segurança de endpoints: proteja seus dispositivos com eficiência Read More »

Descubra as 9 dicas essenciais para criar uma robusta Política de Segurança da Informação em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no cenário atual de cibercrime.

Política de Segurança da Informação: 9 dicas para montar a sua!

Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as organizações brasileiras precisam ter um cuidado cada vez maior com as informações obtidas. O avanço do cibercrime torna esse cenário ainda mais complexo, exigindo a criação de uma política de segurança da informação. Não adotar procedimentos validados pelo mercado de TI para proteger os dados é um dos erros mais graves na atualidade. Na era da transformação digital, ignorar o potencial de dados dos ataques cibernéticos é pedir para sofrer prejuízos financeiros e de imagem. Neste artigo, vamos apresentar 9 dicas valiosas para o seu negócio estruturar uma política de segurança da informação de forma prática e eficiente. Confira!  Entenda o conceito e a importância das políticas de segurança da informação A Política de Segurança da Informação consiste em um conjunto de regras que tem como principal objetivo fazer com que sistemas e dados institucionais apresentem um elevado nível de disponibilidade.  Outra meta é impedir que cibercriminosos e pessoas não autorizadas tenham acesso às informações de maneira indevida. A partir de um conjunto de procedimentos de segurança a serem seguidos, uma empresa está mais preparada para garantir a integridade e a confidencialidade dos dados armazenados. E isso é muito importante para construir uma reputação positiva e ter um relacionamento saudável com os stakeholders. Estruturação de um modelo eficiente de política de segurança da informação Construir uma política robusta de segurança não é uma tarefa simples, certo? Por isso, você pode contar com especialistas da iamit – que estão sempre prontos para se ajustar às suas necessidades específicas. Garanta um futuro seguro e livre de exposição! A efetivação de uma política de segurança da informação deve abranger um conjunto de fatores. Para isso ficar evidente, vamos detalhar aspectos que devem ser levados em consideração ao elaborar uma estratégia para proteger os dados corporativos. Acompanhe! 1. Avaliação de riscos É fundamental identificar as situações que podem comprometer a segurança da informação. Esse é o primeiro passo para analisar os principais riscos a serem enfrentados, para que as vulnerabilidades sejam eliminadas ou minimizadas. Com uma avaliação precisa das fragilidades do ambiente de TI, torna-se muito mais fácil enfrentá-las de forma adequada. 2. Definição de diretrizes claras Além de uma análise precisa dos riscos, é crucial que os procedimentos para garantir a disponibilidade, a confidencialidade e a integridade das informações corporativas estejam claros para todos os envolvidos. Assim, os funcionários e demais agentes terão mais condições de seguir as regras estabelecidas, minimizando a possibilidade de perda ou roubo de dados. 3. Controle de Acesso Um dos tópicos mais relevantes de uma política de segurança da informação é o controle de acesso a sistemas e ambientes de TI, como o Data Center. Essa iniciativa tem como meta limitar os riscos de pessoas não autorizadas usarem os ativos de TI para prejudicar o andamento dos serviços e promover ataques cibernéticos.  4. Treinamento e conscientização dos colaboradores Não basta ter os melhores procedimentos expostos de maneira clara, caso não haja um trabalho de capacitação contínua da equipe sobre a necessidade de obedecer à política de segurança da informação. Para minimizar esse risco, é muito importante que os treinamentos sejam realizados de forma periódica. Quanto mais os empregados estiverem cientes dos riscos, menores são as probabilidades de erros afetarem a integridade e disponibilidade dos dados institucionais. 5. Atualizações e Patches Com um entendimento sólido das normas da política de segurança da informação, os funcionários e a equipe de TI estarão bem mais atentos sobre os procedimentos de atualizações e patches dos ativos de Tecnologia da Informação.  Apesar desta prática parecer simples, ela tem uma grande relevância no cenário atual. Um dos motivos é que sistemas e equipamentos atualizados estão menos vulneráveis aos ataques cibernéticos, por terem mecanismos mais avançados de proteção.  6. Backup e Recuperação de Dados Mesmo com empregados conscientes dos riscos e de recursos tecnológicos altamente avançados, as chances de uma organização sofrer um ataque cibernético de grandes proporções não são totalmente eliminadas. Esse fator mostra como é indicado adotar uma política de backup e de recuperação de dados. Com boas práticas de armazenamento dos dados, é possível minimizar os danos causados por essa modalidade de ataque virtual. 7. Monitoramento e Auditoria Para uma política de segurança da informação ser efetiva, é imprescindível priorizar ações ligadas ao monitoramento e à auditoria das iniciativas adotadas para proteger os dados. Assim, uma empresa estará mais conectada com as melhores práticas de segurança do mercado. Não adianta somente colocar no papel o que deve ser feito, o fundamental é executar e acompanhar o que está sendo realizado para minimizar os riscos de indisponibilidade dos serviços e de vazamento ou roubo de dados. 8. Gestão de Incidentes Por mais que uma empresa se esforce para evitar incidentes de segurança cibernética, é praticamente impossível evitá-los. Em virtude disso, é necessário que as medidas para administrar os problemas ligados à proteção dos dados estejam bem definidas. Esse cenário apenas pode ser viabilizado a partir de uma política de segurança da informação que mostre para gestores e funcionários como é importante uma gestão estratégica e inteligente dos incidentes de TI. 9. Revisão e Atualização Contínua O cibercrime está ficando cada vez mais sofisticado e difícil de ser enfrentado. Essa conjuntura exige que a política de segurança da informação tenha revisões periódicas para que os processos garantam a integridade dos dados de forma exemplar.   A Importância do apoio de especialistas na implementação de políticas de segurança Mesmo com profissionais de TI qualificados na sua empresa, elaborar uma política de segurança da informação abrangente e eficaz não é uma tarefa simples. Conte com nossa equipe de especialistas para implementar medidas estratégicas e boas práticas de segurança cibernética, alinhadas às necessidades exclusivas de sua empresa. Estamos prontos para impulsionar sua defesa digital. Conecte-se à transformação digital e à LGPD. Entre em contato com o nosso time agora mesmo. Estamos à disposição para a sua empresa enfrentar o cibercrime com inteligência e dar um upgrade em seus resultados!

Política de Segurança da Informação: 9 dicas para montar a sua! Read More »

Endpoints: o que são e como mantê-los protegidos

Não há dúvidas de que os endpoints precisam de atenção especial em uma rede. Afinal, falhas de segurança podem fazer com que uma empresa sofra um ataque cibernético de grandes proporções, causando prejuízos financeiros e de imagem.  Empresas de diferentes setores estão sendo afetadas por ransomwares. A falta de adoção de mecanismos preventivos, especialmente para proteger os endpoints, é um dos motivos recorrentes dessa situação preocupante.  Esse aspecto mostra como é crucial empregar uma política de segurança da informação com foco na prevenção e no uso adequado dos endpoints.  Neste artigo, falaremos sobre a grande importância dos endpoints e como as organizações podem utilizá-los para manter os seus dados protegidos. Confira!  Entendendo a Importância dos Endpoints  É crucial ressaltar que switches e roteadores, ao se conectar a outros dispositivos em rede, são considerados endpoints. Esses equipamentos estabelecem uma conexão direta com a infraestrutura de TI, exigindo atenção especial. Além disso, eles têm um papel valioso no fluxo de dados em uma rede corporativa. Esse cenário mostra como é vital desenvolver mecanismos para minimizar os riscos de equipamentos serem alvos de um ataque cibernético.   Para combater as ameaças virtuais de maneira eficiente, é essencial conscientizar os funcionários sobre como utilizar os endpoints de forma adequada para reduzir os riscos de cibercriminosos invadirem o ambiente corporativo.    No caso de funcionários em regime remoto, é necessário orientá-los sobre os riscos de se conectarem à rede corporativa. O ideal é que os empregados em teletrabalho tenham bastante critério ao escolher um local público para se conectar.  Do contrário, serão maiores as possibilidades de pessoas não autorizadas terem acesso aos dados trocados entre o endpoint e a rede corporativa. Outro risco envolve a instalação remota por cibercriminosos de softwares maliciosos.   A expansão dos dispositivos de Internet das Coisas (IoT) e a adoção da tendência “traga o seu próprio dispositivo” (BYOD) são exemplos de como a segurança da informação deve ser aprimorada. Com o aumento dos endpoints, é crucial intensificar os cuidados para prevenir ataques cibernéticos.   5 desafios para garantir a segurança de endpoints  Consciência dos Gestores: Os gestores devem reconhecer que os endpoints são pontos frágeis na rede institucional, desta forma fomentando investimentos em antivírus e firewall para proteção.  Educação Corporativa: A sofisticação crescente de golpes de engenharia social exige uma educação corporativa didática, destacando funcionários como elementos frágeis na segurança de endpoints.  Cibersegurança Avançada: A contratação de soluções especializadas em cibersegurança é essencial, especialmente em conformidade com a LGPD, para evitar multas significativas em casos de vazamentos de informações.  Política de Segurança Remota: Líderes empresariais devem estabelecer políticas de segurança considerando o uso remoto de endpoints, enfatizando a atualização de softwares e precauções no download de arquivos.  Padrões de Segurança: Para otimizar a segurança, adote como regra que todos os dispositivos tenham sistemas operacionais credenciados e usem uma VPN, limitando o acesso a dados relevantes para minimizar riscos futuros.  Leia mais: 8 fatores que comprovam como a iamit é seu parceiro ideal! SCCM da Microsoft: ferramenta essencial para proteção de Endpoints  Um dos principais recursos empregados para a proteção de endpoints é o Microsoft Endpoint Manager, que, no passado, foi denominado como System Center Configuration Manager (SCCM).  Essa solução tem como diferencial permitir o gerenciamento de PCs e servidores com eficiência, garantir o uso de softwares atualizados e estabelecer políticas de configuração e segurança, de acordo com as melhores práticas do mercado de TI.   Garanta a segurança dos endpoints para otimizar essa experiência, permitindo aos colaboradores acesso rápido aos softwares em seus dispositivos de trabalho. Essa abordagem pode impulsionar significativamente a produtividade da equipe.   A partir da integração com o Microsoft Intune, o SCCM é capaz de gerenciar não apenas PCs, Macs e servidores Unix, mas também dispositivos móveis com base na nuvem, em que os sistemas Android, IOS, Windows e Windows Phone estão sendo executados. E tudo isso pode ser feito com apenas um console de gerenciamento, o que facilita bastante a gestão da segurança dos ativos de TI.     A iamit: especialistas em implementação do SCCM  Com uma parceria sólida com a Microsoft, a iamit é especialista na implementação do SCCM. Esse fator contribui bastante para uma empresa ter mais confiança de que está investindo em uma ferramenta avançada para proteger os endpoints.   O uso adequado do SCCM propicia uma série de vantagens, como a gestão estratégica de software e hardware, o aumento na capacidade de administrar os dispositivos móveis e o fornecimento de aplicativos de segurança de forma simplificada.  Também fazem parte dos benefícios a automação para instalar sistemas operacionais e aplicativos; e a melhoria nos procedimentos de proteção antimalware, prevenção e correção de eventuais vulnerabilidades.   A ferramenta ainda fornece relatórios sobre o uso seguro dos endpoints. Além disso, conta com autoatendimento para os usuários e unifica a infraestrutura de gerenciamento, o que facilita o acompanhamento e o combate aos riscos cibernéticos.       Se está em busca de uma solução avançada de segurança para os endpoints, vale a pena entrar em contato agora mesmo com a nossa equipe para tirar suas dúvidas sobre o SCCM. Com certeza, o conhecimento nos ajuda a tomar as melhores decisões! 

Endpoints: o que são e como mantê-los protegidos Read More »

function abreWhats(){ document.getElementById("rd-floating_button-ljn8xa4w").click(); }